Gastroplastia endoscópica

Gastroplastia endoscópica

Gastroplastia endoscópica

Eliminar a gordura do corpo não é só mais uma questão estética e, sim, de saúde porque a obesidade favorece o aparecimento de doenças cardíacas, que resultam em infartos, derrames, AVC, proporciona diabetes tipo 2, hipertensão, alguns tipos de câncer, como de cólon e de mama, problemas de articulações, de fertilidade, assim como causar impactos psicológicos e sociais.

Por conta do aumento de obesos no país e dos riscos de uma cirurgia bariátrica, um grupo de estudos iniciou no Brasil uma alternativa à cirurgia bariátrica – a gastroplastia endoscópica, um procedimento minimamente invasivo apesar de complexo.

Enquanto em uma cirurgia bariátrica convencional, o paciente permanece por cerca de uma a três horas na mesa de cirurgia e de dois a quatro dias na internação, na endoscópica o procedimento leva menos de uma hora e o paciente sai no mesmo dia.

Assim, uma técnica mais segura e com um risco de complicação potencialmente menor que a cirurgia bariátrica.

Procedimentos minimamente invasivos e complexos, de menor custo, têm sido desenvolvidos com o objetivo de alcançar um maior número de pacientes.

Indicada para pessoas com índice de massa corporal (IMC) maior que 35 e portadores de doenças crônicas como diabetes, a Gastroplastia Endoscópica é um método de tratamento endoscópico da obesidade desenvolvido há cerca de três anos e que usa um equipamento de sutura endoscópica (endosutura) de última geração, aprovado pelo FDA e capaz de oferecer efetiva e duradoura ação sobre os tecidos suturados.

Como uma espécie de “pregas”, o procedimento envolve as paredes do estômago no corpo tubular, com objetivo de restringir a capacidade e diminuir o trânsito dos alimentos pelo do estômago, levando assim a saciedade precoce e induzindo perda efetiva de peso.

O procedimento é feito por via totalmente endoscópica, ou seja, não há cortes ou incisões no abdômen, em que o paciente é liberado no mesmo dia e com resultados iniciais promissores. O procedimento vem sendo indicado para pacientes a partir da obesidade grau I, mas não substituindo a cirurgia bariátrica quando a mesma estiver indicada.

Fonte : Revista Plástica & Beleza

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