Cirurgia Plástica no verão

Cirurgia Plástica no verão

Cirurgia Plástica no verão

Na estação mais quente do ano, a procura pelo corpo perfeito aumenta. Afinal, encarar a praia de biquíni assusta algumas mulheres.

E a cirurgia plástica ainda é o caminho mais rápido para quem quer fazer as pazes com o espelho.

Porém, por causa do calor intenso, é preciso redobrar os cuidados no período de recuperação, para obter o melhor resultado possível.

Se a pessoa obedecer aos cuidados necessários, não tem problema algum. Mas atenção : cada cirurgia e procedimento exige um determinado tempo de recuperação e uma prudência na exposição solar.

A prótese de silicone é uma das cirurgias mais procuradas no período que antecede o verão. A recuperação varia de três a quatro semanas, sendo necessária a proteção cuidadosa contra incidência direta de luz solar. Ou seja, é necessário passar protetor solar e evitar a exposição nos horários de pico de sol. O banho de mar deve ser evitado por pelo menos 30 dias.

A lipoaspiração também é umas das queridinhas, afinal, o sonho de muitas mulheres é poder delinear o corpo. Esta intervenção pode ser realizada em qualquer estação. Nesse caso, a pessoa precisa lidar com o desconforto de usar a malha modeladora, indispensável na recuperação, que dura de três a quatro semanas.

Fonte : Jornal O Dia

Procura por cirurgia de aumento de mama aumenta no Rio de Janeiro

Procura por cirurgia de aumento de mama aumenta no Rio de Janeiro

Procura por cirurgia de aumento de mama aumenta no Rio de Janeiro

Com a proximidade do verão, muitas mulheres aproveitam para turbinar os seios. Dados divulgados recentemente pela Silimed, considerada a maior fabricante de próteses da América Latina, apontam que, apesar da crise econômica, o número de cirurgias de implante mamário aumentou 20% no Rio de Janeiro este ano, em relação ao primeiro semestre do ano passado. De acordo com a empresa, a cidade já é a que mais vende próteses mamárias no Brasil.

Uma das razões para a maior procura pelas cirurgias é o custo mais elevado do turismo no exterior para os brasileiros. Com isso, as mulheres passaram a investir o dinheiro em outros sonhos de consumo.

A bancária Liliane Vaz, de 37 anos, realizou o desejo de aumentar os seios há apenas quatro meses, colocando 300 mililitros em cada mama. “A autoestima é tudo. Antes como não tinha nada, valorizava outras partes do corpo. Mas me incomodava. Hoje visto uma roupa e me sinto bem. Vou aproveitar o verão e usar muito decote”, diverte-se.

O aumento na procura pelo implante de silicone nos seios durante o ano inteiro está ligado à vaidade feminina. “As mulheres querem estar bem fisicamente e com a autoestima elevada para exibir o corpo na alta estação”, afirma.

Também aumentou a procura de estrangeiras —especialmente da França, Inglaterra, Itália e Estados Unidos — por realizar a cirurgia no Brasil. O motivo é não só a qualidade do serviço, mas também o fato de o custo da cirurgia ser menor. Em média, o procedimento custa de R$ 10 mil a R$ 15 mil no país, já incluindo a prótese e a equipe médica, enquanto na Europa, o preço pode quadruplicar, chegando a R$ 60 mil, por causa do euro valorizado.

O procedimento para implantação de silicone é tranquilo e a recuperação é muito rápida. Em três ou quatro dias, a paciente está liberada para voltar a sua vida social. “No pós-operatório, deverá fazer repouso, não pegar peso e evitar o sol por 30 dias para que a cicatriz fique imperceptível”, orienta.

Mas é preciso cuidado: apesar de usar anestesia local, a cirurgia envolve riscos e deve ser feita em hospital e por cirurgião plástico habilitado pela SBCP. Como garantia, a paciente deve guardar o certificado da prótese, que dura, em média, dez anos, para o caso de futuras consultas ao fabricante.

Fonte : O Dia

Aumenta a procura pela cirurgia de redução dos seios

Aumenta a procura pela cirurgia de redução dos seios

Aumenta a procura pela cirurgia de redução dos seios

Enquanto boa parte das mulheres do mundo sonham com seios maiores, muitas delas tomam a decisão contrária : fazem cirurgia para reduzí-los. As principais razões são a estética e problemas na coluna.

O cirurgião plástico Ricardo Cavalcanti, diretor médico da Clínica Vitée, afirma que ocorre hoje a correção de um exagero. “Nos anos 90, as brasileiras passaram a buscar um padrão americano, de aumentar excessivamente. Hoje há uma tendência para o equilíbrio. Aquelas mulheres que colocaram mamas muito grandes, estão tirando”, explica. Segundo o especialista, o índice das “arrependidas” chega a 20%.

A principal dica é não tomar decisões precipitadas ou baseadas na moda. “Costumo dizer para as minhas pacientes que não é igual a corte ou pintura de cabelo”, destaca Ricardo Cavalcanti .

Luiz Haroldo Pereira, titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, tem a mesma avaliação. “Nos últimos anos houve um exagero, mulheres procurando próteses de até 600 ml”, revela. Além das que querem reduzir, Luiz Haroldo Pereira relata que as pacientes já chegam no consultório pedindo próteses de silicone “não muito grandes”. “A média hoje é de 250”, conta.

Além de problemas da coluna — causados por um excesso de peso dos seios — muitas mulheres reclamam da dificuldade de fazer exercícios, principalmente a musculação.

A cirurgia exige internação de um dia, e outros 30 de recuperação. Sempre deixa cicatrizes, mas o tamanho e o local variam. O recomendado é fazer depois dos 18 anos, quando os seios estão plenamente desenvolvidos.

Fonte : O Dia

 

 

34ª edição da Jornada Carioca de Cirurgia Plástica será realizada esta semana no Rio de Janeiro

34ª edição da Jornada Carioca de Cirurgia Plástica será realizada esta semana no Rio de Janeiro

34ª edição da Jornada Carioca de Cirurgia Plástica será realizada esta semana no Rio de Janeiro

A 34ª Jornada Carioca de Cirurgia Plástica será realizada de quarta até sábado, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

O encontro reunirá grandes nomes da área, como Ivo Pitanguy, que dará palestra sobre sua técnica em mamoplastia.

No evento, estão sendo aguardados mais de 300 cirurgiões de diversos países.

Fonte : O DIA

 

Cerca de dois milhões de brasileiros têm intolerância ao glúten

Cerca de dois milhões de brasileiros têm intolerância ao glúten

Cerca de dois milhões de brasileiros têm intolerância ao glúten

Quase dois milhões de brasileiros têm a doença celíaca, causada por intolerância ao glúten, porém muitos não sabem.

Esta situação acontece porque o diagnóstico do problema é difícil: pode ser confundido com doenças do intestino ou relacionadas à carência de nutrientes.

A enfermidade é causada pelas próprias células de defesa do organismo, que agridem outras e provocam inflamação.

O glúten – proteína presente no trigo, no centeio e na cevada, entre outros alimentos – é responsável por este processo.

Também existe uma pré-disposição genética.

O glúten atrapalha a capacidade do intestino em absorver nutrientes.

A doença celíaca costuma surgir na infância, mas também pode aparecer na idade adulta.

Para o diagnostico é necessário, além do exame de sangue, um procedimento chamado endoscopia digestiva com biópsia de duodeno, em que um instrumento é inserido no estômago, através da boca, para colher amostras.

O tratamento principal é a extinção total do glúten.

Alguns dos alimentos que geralmente contêm glúten são pão, bolo, biscoito e macarrão.

Os pacientes não devem fazer a dieta por conta própria, sem orientação profissional.

O maior desafio em fazer o diagnóstico ocorre quando os próprios pacientes, na suspeita da doença, retiram o glúten da dieta. Essa decisão pode atrapalhar o resultado dos exames e, por isso só deve ser tomada com a orientação de especialista.

Fonte : O DIA

Calça justa demais causa doença nas pernas e nos pés

Calça justa demais causa doença nas pernas e nos pés

Calça justa demais causa doença nas pernas e nos pés

Uma das principais preferências na moda feminina, a calça ‘skinny’ (justíssima) pode danificar as fibras nervosas das pernas e dos pés, caso esteja muito apertada.

Este transtorno ocorreu com uma australiana de 35 anos, segundo estudo publicado na revista ‘Journal of Neurology, Neurosurgery & Psychiatry’.

A mulher ficou dias sem conseguir andar, após sofrer de ‘síndrome compartimental’. A patologia danifica um dos nervos que passam pela região da tíbia (osso da perna).

Antes de se sentir mal, ela estava usando a calça e havia ficado agachada durante horas para ajudar um parente numa mudança.

Depois de um tempo, a australiana sentiu a roupa cada vez mais apertada e desconfortável.

À noite, com o pé dormente, ela teve dificuldades de andar e caiu na rua, sem conseguir levantar sozinha.

Ao chegar no hospital, os médicos precisaram cortar o jeans da calça, para aliviar os tornozelos, que estavam muito inchados.

Os especialistas detectaram uma fraqueza dos tornozelos e nos movimentos dos dedos dos pés. Após o diagnóstico, a paciente precisou fazer uma terapia de gotejamento intravenoso e só voltou a andar novamente depois de quatro dias internada.

Além da dormência, outro sintoma da doença é a intensa dor na área afetada,afirma o neurologista André Lima.

O médico explica que, por estar apertada, a calça comprimiu os nervos e prejudicou a circulação sanguínea. “Este problema foi intensificado por ela ter ficado tantas horas abaixada, na mesma posição”, ressalta.

Segundo o angiologista Ricardo Brizzi, o ideal é que as pessoas coloquem roupas confortáveis para evitar outros transtornos de saúde, como trombose. “Sei que as mulheres gostam dessa calça, então optem por utilizar o número correto, para evitar que aperte ainda mais a perna”, acrescenta.

“Caso sintam as pernas doendo e inchadas, é preciso movimentá-las e massageá-las, para ajudar na circulação”, sugere o especialista.

Fonte : O Dia

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