Pernas sequinhas com lipo

Pernas sequinhas com lipo

Pernas sequinhas com lipo

A lipoaspiração circunferencial é realizada com uma cânula, porém bem mais fina, para deixar o resultado mais natural possível.

O procedimento é realizado através de incisões na virilha e nas partes interna e externa dos joelhos e, em vez de aspirar apenas a face interna da coxa, a cânula passa por todas as faces em movimentos ascendentes e descendentes de vai e vem, o que permite diminuir a largura da perna.

Durante o pós operatório, é recomendável que a paciente faça sessões de drenagem linfática para ajudar a desinchar a região.

Fonte : Revista Plástica & Beleza

Informações importantes para passar para o seu cirurgião plástico

Informações importantes para passar para o seu cirurgião plástico

Informações importantes para passar para o seu cirurgião plástico
Durante a consulta médica, antes da sua plástica, é essencial que você não esconda nenhum detalhe sobre a sua saúde e os hábitos que possam interferir no bom andamento da cirurgia e do pós-operatório.
Alguns medicamentos, como ácido acetilsalicílico, anti-inflamatórios, anticoncepcionais e também de alguns antidepressivos, são incompatíveis com algumas drogas anestésicas e devem ser suspensos por um período antes e depois da plástica.
Além disso, recentemente descobriu-se que o ginseng, a vitamina E e o ginkgo biloba também podem interferir na coagulação do sangue, causando hemorragias.
Fonte : Revista Plástica & Beleza
Gastroplastia endoscópica

Gastroplastia endoscópica

Gastroplastia endoscópica

Eliminar a gordura do corpo não é só mais uma questão estética e, sim, de saúde porque a obesidade favorece o aparecimento de doenças cardíacas, que resultam em infartos, derrames, AVC, proporciona diabetes tipo 2, hipertensão, alguns tipos de câncer, como de cólon e de mama, problemas de articulações, de fertilidade, assim como causar impactos psicológicos e sociais.

Por conta do aumento de obesos no país e dos riscos de uma cirurgia bariátrica, um grupo de estudos iniciou no Brasil uma alternativa à cirurgia bariátrica – a gastroplastia endoscópica, um procedimento minimamente invasivo apesar de complexo.

Enquanto em uma cirurgia bariátrica convencional, o paciente permanece por cerca de uma a três horas na mesa de cirurgia e de dois a quatro dias na internação, na endoscópica o procedimento leva menos de uma hora e o paciente sai no mesmo dia.

Assim, uma técnica mais segura e com um risco de complicação potencialmente menor que a cirurgia bariátrica.

Procedimentos minimamente invasivos e complexos, de menor custo, têm sido desenvolvidos com o objetivo de alcançar um maior número de pacientes.

Indicada para pessoas com índice de massa corporal (IMC) maior que 35 e portadores de doenças crônicas como diabetes, a Gastroplastia Endoscópica é um método de tratamento endoscópico da obesidade desenvolvido há cerca de três anos e que usa um equipamento de sutura endoscópica (endosutura) de última geração, aprovado pelo FDA e capaz de oferecer efetiva e duradoura ação sobre os tecidos suturados.

Como uma espécie de “pregas”, o procedimento envolve as paredes do estômago no corpo tubular, com objetivo de restringir a capacidade e diminuir o trânsito dos alimentos pelo do estômago, levando assim a saciedade precoce e induzindo perda efetiva de peso.

O procedimento é feito por via totalmente endoscópica, ou seja, não há cortes ou incisões no abdômen, em que o paciente é liberado no mesmo dia e com resultados iniciais promissores. O procedimento vem sendo indicado para pacientes a partir da obesidade grau I, mas não substituindo a cirurgia bariátrica quando a mesma estiver indicada.

Fonte : Revista Plástica & Beleza

Molde de silicone corrige orelha de abano em bebês e dispensa cirurgia

Molde de silicone corrige orelha de abano em bebês e dispensa cirurgia

Molde de silicone corrige orelha de abano em bebês e dispensa cirurgia

Orelha de abano, pontuda ou dobrada ? Essas e outras deformidades podem afetar de maneira negativa a percepção que as pessoas têm sobre a própria imagem e ainda se transformar em motivo de bullying na infância e na adolescência.

Uma aposta dos médicos para evitar essas situações desagradáveis é o uso de um molde de silicone que trata essas alterações já em recém-nascidos — quanto mais precoce o tratamento, maiores são as chances de bons resultados.

Muitas vezes correções cirúrgicas são possíveis, mas geralmente só vão acontecer depois dos 7 anos de idade, às vezes só na idade adulta, demandando anestesia geral e outros cuidados.

Nos recém-nascidos, a cartilagem, estrutura responsável pela forma da orelha, ainda é bastante flexível, permitindo a modelagem.

A plasticidade tem um motivo : nas primeiras semanas de vida ainda circula no organismo do bebê o estrógeno, hormônio materno que mantém as cartilagens moles — o que possibilita que a criança passe pelo canal de parto, inclusive.

Uma vez que o bebê nasce e o cordão umbilical é rompido, a quantidade do hormônio no organismo começa a reduzir rapidamente.

Um estudo científico publicado na revisa Plastic and Reconstructive Surgery e realizado com 488 pacientes com deformidades afirma que mais de 90% tiveram melhora com o molde. Os bons resultados são mais comuns se a aplicação do molde acontecer até três semanas após o nascimento. Após seis semanas, a chance de sucesso é baixa.

O tratamento leva de quatro a seis semanas e custa em torno de R$ 10 mil (planos de saúde não costumam cobrir procedimentos estéticos).

Além de poder sair mais barato do que uma cirurgia (que pode superar os R$ 15 mil) há outras vantagens do Ear Well (nome do produto): a não invasividade do tratamento, a preservação da audição e o não comprometimento da amamentação e o sono.

Para o bebê, o pior que pode acontecer, além de o molde não surtir efeito, são úlceras de pressão na orelha, que tendem a se resolver sem grandes intervenções. Durante o tratamento, não é permitido lavar a cabeça, o que dificulta a higienização.

O advogado Wagner Kohatsu, 39, e a médica Gabriela Schelini, 35, buscaram o tratamento para Lis, de 2 meses, que nasceu com orelhas de abano —quem percebeu foi o enfermeiro ao colocar os brincos; depois conversaram com um pediatra. Assim que soube da possibilidade de correção não cirúrgica, o casal correu atrás da alternativa.

“Espero que minha filha nem se lembre disso tudo, que um dia teve orelha de abano”, diz Gabriela.

Sem tratamento, é possível que alguns casos regridam sozinhos, mas outros não têm volta. O risco de a orelha de abano permanecer é proporcional à distância do meio da hélice (borda da orelha) ao crânio. No caso da bebê Lis, o início do tratamento demorou um pouco mais que o preconizado e talvez o benefício não seja completo. Ciente disso, Wagner diz que a menor chance de conseguir algum resultado já justifica a tentativa.

Outra bebê, Manuela (nome fictício), também faz a moldagem. Prematura de 33 semanas, ela passou um mês na UTI. Os pais ainda pularam de médico em médico até que, algumas semanas depois, o tratamento tivesse início.

O pediatra havia alertado que a alteração, conhecida como “lop ear” — na qual a porção superior é dobrada para fora — não afetaria a audição de Manuela. Mesmo assim, os pais decidiram recorrer ao tratamento. A mãe disse que, apesar de sair caro, seria importante evitar que a filha tivesse algum tipo de problema com a aparência e que ela ficasse à vontade para fazer coisas simples, como usar um penteado do tipo rabo de cavalo.

Outros métodos também podem ajudar a corrigir as deformidades das orelhinhas. Um deles utiliza gesso para colocar a orelha no lugar, mas tem pouca aceitação no meio médico. Outro jeito, também eficaz, é o uso de algodão, hastes plásticas e esparadrapo. A vantagem do molde é a certeza de que ele vai permanecer no local até a próxima visita ao médico.

Deformidades de orelhas em recém-nascidos são bastante comuns e cerca de 30% se resolvem naturalmente, especialmente aquelas que têm uma aparência amassada. Em adultos, estima-se que 5% das pessoas apresentem algum nível de alteração.

Boa parte da explicação para esse tipo de condição é genética: se ambos os pais têm orelha de abano, a chance de a criança também ter é grande.

Malformações — como microtia (quando falta parte da orelha) e anotia (ausência total), nas quais há déficit de cartilagem e de pele — são raras : afetam cerca de 1 a cada 3.800 bebês. Elas podem ter origem em infecções virais (como rubéola e herpes), pelo contato com substâncias teratogênicas ou por defeitos genéticos.

Se as críticas ao molde de silicone se dão mais pelo custo e pela falta de estudos científicos mais robustos, há também quem saúde a chegada de técnicas que permitem a resolução de casos que seriam cirúrgicos no consultório, seja pelo pediatra ou por outros especialistas.

Fonte : Folha de S.Paulo

Rippling

Rippling

Rippling

Rippling é o aparecimento de dobras nas mamas. Essas dobras são raras, mas podem ocorrer em algumas próteses de silicone, tornando-se cada vez mais palpáveis e visíveis.

O que acontece nesses casos é que a mama não tem espessura suficiente para cobrir e disfarçar o silicone ou alguma dobra dele.

O rippling acontece nos seguintes casos :

. Mulheres muito magras com pele delicada;
. Pacientes com pele muito fina e flácida;
. Mulheres que perderam muito peso;
. Próteses de silicone muito antigas;
. Glândula mamária muito pequena

Essas ondulações não causam câncer de mama e nem outras doenças. O único inconveniente é o prejuízo estético que essas dobras causam.

A troca do implante antigo por um novo, mais moderno e sem dobras e a colocação da prótese abaixo do músculo (dando mais cobertura ao silicone), costumam resolver o problema.

Rinoplastia ultrassônica

Rinoplastia ultrassônica

Rinoplastia ultrassônica

Uma consequência da multiplicação das selfies foi o aumento do número de cirurgias plásticas.

As de nariz, o ponto mais modificado do rosto depois das pálpebras, totalizaram quase 75 000 no Brasil.

Para essa turma, existe uma técnica novíssima que esculpe o nariz.

A nova cirurgia, inventada na França e batizada de rinoplastia ultrassônica, tem como inovação um motorzinho movido a energia ultrassônica, acoplado a uma ponteira desenhada para esculpir o osso do nariz.

Na rinoplastia ultrassônica, a maior parte da pele do nariz é afastada e, com o osso exposto, o cirurgião manuseia o aparelho em micro-movimentos rápidos e precisos.

A baixa frequência preserva cartilagens, mucosas e vasos sanguíneos.

Fonte : Revista Veja

Hand lifting

Hand lifting

Hand lifting

O hand lifting é uma cirurgia plástica de rejuvenescimento das mãos.

Nela, todo o excesso de pele que provoca a flacidez é retirado.

Dependendo do caso, a incisão que é quase imperceptível, pode ser feita na borda lateral da mão ou então na região do pulso.

Cirurgia de redução dos seios

Cirurgia de redução dos seios

Cirurgia de redução dos seios

Enquanto boa parte das mulheres do mundo sonham com seios maiores, muitas delas tomam a decisão contrária : fazem cirurgia para reduzí-los.

As principais razões são a questão estética e problemas na coluna.

Nos anos 90, as brasileiras passaram a buscar um padrão americano, de aumentar excessivamente. Hoje há uma tendência para o equilíbrio e aquelas mulheres que colocaram mamas muito grandes, estão tirando.

Além de problemas da coluna — causados por um excesso de peso dos seios — muitas mulheres reclamam da dificuldade de fazer exercícios, principalmente a musculação.

O recomendado é fazer a cirurgia depois dos 18 anos, quando os seios estão plenamente desenvolvidos.

Procura por cirurgia íntima em alta

Procura por cirurgia íntima em alta

Procura por cirurgia íntima em alta

Cada vez mais mulheres buscam um ideal estético não só para as partes do corpo que estão sempre em evidência, mas também para o que só costuma ser exibido em situações bastante privadas. O aumento da procura por cirurgias íntimas e as novas técnicas e procedimentos na área estão entre os assuntos que serão debatidos na 17ª edição do Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, que acontece de hoje a domingo, em São Paulo.

De acordo com o cirurgião plástico americano Garry Alter, mediador do painel “As diferentes abordagens na cirurgia íntima” no evento, a maioria dos pacientes que fazem esse tipo de operação são mulheres em torno dos 70 anos, que desejam o rejuvenescimento vaginal. Mas além da correção estética, que influi na autoestima, há questões de saúde envolvidas.
— Para o sexo feminino, pode haver um grande desconforto caso elas possuam grandes e largos lábios, podendo sentir dores no ato sexual ou até mesmo durante a prática de exercícios físicos — diz o especialista.
Adolescentes insatisfeitas com a aparência da vulva ou que sintam algum incômodo na região e homens com alterações genitais que precisam de reparo operatório — caso de uma condição chamada de “pênis escondido” — completam o público que se candidata à cirurgia íntima.

Segundo Garry Alter, como a cirurgia íntima ainda é pouco realizada no Brasil, a técnica como um todo é novidade no país. Hoje, 5.850 cirurgiões plásticos atuam em território nacional, conforme dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Deles, estimase que apenas cerca de 45% façam esse tipo de operação.

Fonte : Jornal Extra

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