Qualidade da prótese de silicone na sua cirurgia plástica

Qualidade da prótese de silicone na sua cirurgia plástica

Qualidade da prótese de silicone na sua cirurgia plástica

Óbvio que a competência do cirurgião plástico é importante na hora da cirurgia, mas a qualidade da prótese de silicone também deve ser levada em consideração.

A qualidade da prótese vai desde os materiais envolvidos na fabricação, os procedimentos industriais e, obviamente, a logística e o manuseio final.

É preciso estar seguro quanto à conformidade com as normas vigentes estabelecidas pelas autoridades do país. Também é importante saber que, mundialmente, há certificados que atestam os padrões de qualidade de cada fabricante. É este certificado que assegura, aos cirurgiões e pacientes que o produto está livre de contaminação e de riscos.

Fonte : Revista Plástica & Beleza

 

As novas regras da cirurgia bariátrica

As novas regras da cirurgia bariátrica

As novas regras da cirurgia bariátrica

O Conselho Federal de Medicina (CFM) ampliou de seis para 21 as doenças que, associadas a um grau de médio de obesidade (IMC superior a 35), podem se tornar indicações para a cirurgia de redução do estômago.

A partir de agora, entram no rol de enfermidades depressão, asma grave, infertilidade, disfunção erétil, refluxo e síndrome dos ovários policísticos, entre outros. Atualmente, a obesidade atinge um em cada cinco brasileiros.

A decisão do CFM se baseou em estudos internacionais sobre os benefícios do procedimento para pacientes que ainda não apresentam obesidade mórbida (IMC acima de 40).

Mas manteve a norma de que, para ser possível a intervenção, a pessoa deve ser obesa há cinco anos e ter tentado o tratamento clínico – dieta, exercícios e medicamentos – por pelo menos dois anos.

Pesquisas apontam que apenas 2% a 3% dos pacientes com IMC acima de 40 conseguem perder peso com tratamento clínico. Mas, embora a cirurgia seja o principal tratamento para o grupo com obesidade mórbida, uma pequena parcela da população tem acesso a ela. Em 2014 foram 94 mil operações no País, o que representa apenas 2,5% do total de pessoas com indicação para o procedimento.

A comunidade médica aprovou a medida do CFM, mas fez algumas ressalvas – com relação à indicação no caso de depressão, por exemplo. O quadro depressivo, segundo especialistas, pode ser anterior ao ganho de peso. Então, deveria ser tratado antes da intervenção, pois poderia complicar no pós-operatório.

De qualquer forma, o Conselho reafirma que a redução de estômago deve ser a última opção a ser usada. “A intenção é mostrar para a população que a procedimento cirúrgico pode ser um tratamento importante e necessário para alguns grupos de pacientes”, diz o vice-presidente do CFM, Mauro Luiz de Britto Ribeiro. “Mas a cirurgia não deixa de ser uma agressão ao organismo.”

Fonte : Isto É

 

Dicas para deixar a pele sequinha o dia todo

Dicas para deixar a pele sequinha o dia todo

Dicas para deixar a pele sequinha o dia todo

Quem sofre com o excesso de oleosidade já sabe que, no meio do dia, o rosto, principalmente a testa, estará um brilho puro.

A solução é investir em produtos com agentes que regulam a produção de sebo.

Um tratamento noturno com fórmulas específicas para pele oleosa, à base de ácido salicílico, por exemplo, ajuda a combater a oleosidade.

Durante o dia, lance mão de maquiagem (base, primer e BB cream) e filtro solar com formulações livres de óleo e com controladores de brilho.

Evite lavar o rosto com muita frequência, pois pode ocorrer o efeito rebote, que faz com que a pele produza mais sebo. Lave o rosto de manhã e à noite.

Se a pele estiver muito oleosa, lave após o almoço ou use lenços de papel antes de retocar a maquiagem.

Fonte : Revista Marie Claire

Queixos protuberantes ou retraídos podem ser corrigidos

Queixos protuberantes ou retraídos podem ser corrigidos

Queixos protuberantes ou retraídos podem ser corrigidos

Parece só um problema estético, mas o queixo grande ou pequeno demais pode trazer consequências para a saúde.

As consequências são problemas na mordida, dores de cabeça e apneia do sono.
Para corrigir o defeito — que está presente em cerca de dez milhões de brasileiros, segundo o Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial — é preciso fazer a cirurgia ortognática.

Ela é feita com anestesia geral e tem duração de três horas e meia. A recuperação é rápida e o paciente já sai podendo falar.

Para as pessoas com queixo grande demais, a cirurgia deve ser feita a partir dos 17 anos, quando termina a fase de crescimento.

Crianças com dentição mista — dentes de leite e permanentes — podem consertar o problema sem precisar recorrer à cirurgia. Caso seja diagnosticado cedo, o tratamento é feito com um aparelho dentário e miniplacas de titânio nos dentes.

Na fase de crescimento, a gente consegue fazer uma atração reversa, mas é preciso fazer isso antes da adolescência.

Fonte : Jornal EXTRA

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