Mulheres aderem ao botox antes dos 30 anos

Mulheres aderem ao botox antes dos 30 anos

Mulheres aderem ao botox antes dos 30 anos

Linhas de expressão ao lado do olho, na testa ou no cantinho da boca já são usualmente tratados nos consultórios dermatológicos com toxina botulínica, popularmente conhecida como botox, há bastante tempo.

Mas pacientes jovens, com idades entre 25 e 30 anos e que ainda não têm rugas profundas, estão aplicando a toxina botulínica.

É o caso da empresária Daniella Padovan, 26. Ela conta que começou a reparar em fotos que a testa não estava mais tão lisinha quanto antes. “Mas não tinha me incomodado até começarem a comentar comigo. Daí eu pensei: nossa, 26 anos e já com ruga não dá”. Ela tentou amenizar o problema com cremes. Como não estava satisfeita com o resultado, testou a toxina botulínica.

“Quando você acaba de fazer, depois que passa o inchaço, a pele fica bem lisinha. Minha testa não franze mais. Achei que fiquei com cara de descansada”, afirma.

A analista de relações internacionais Natalia Cordone, 29, também estava preocupada com marcas no rosto. Vendo suas próprias fotos, percebeu que tinha linhas na testa. “Eu nem percebia, mas as pessoas comentavam que eu franzia muito a testa. Aí foi ficando marcada.”

Segundo a dermatologista Valeria Campos, a toxina pode ser aplicada até de forma preventiva, mas é preciso ter cautela. “A pele começa a envelhecer aos 25 anos. A partir dessa idade, quando você tira uma foto e percebe alguma ruguinha ali na região dos olhos, na testa, e está incomodada, pode aplicar”, afirma.

O dermatologista do Hospital Sírio-Libanês Reinaldo Tovo lembra, por outro lado, que a aplicação é temporária – seu efeito é de até seis meses.Cada uma custa cerca de R$ 1.500. “Mas eu acho que quem é nova e não tem rugas fortes não deve fazer. Existem outras formas me tratar o problema, como filtros solares.”

A toxina botulínica ao ser aplicada no corpo age na região entre o nervo que libera estímulos responsáveis pela movimentação dos músculos. Ele diminui a liberação da acetilcolina, um neurotransmissor responsável pelas contrações musculares.

O estímulo de contração para, e o resultado é o relaxamento do músculo, que não se contrai mais –assim como a pele que está por cima desse músculo.

“Costumo dizer que a toxina funciona como um cabide para a roupa. Assim como o cabide evita que a roupa fique amassada, a toxina botulínica, por impedir a contração do músculo, deixa a pele esticadinha e assim vinca menos”, diz Valeria.

Gabriel Gontijo, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, diz que a questão da idade ideal para a realização do procedimento é relativa porque a idade da pele nem sempre é compatível com a idade cronológica.

“Os hábitos influenciam bastante. Exposição ao sol e fumo são fatores que contribuem para o envelhecimento da pele”, diz ele.

“Não sou contra prevenir, mas me preocupo com o exagero. Percebo que nossos valores estão centrados na vaidade, as pessoas estão com pavor de envelhecer. Não é por aí.”

Fonte : Folha de S.Paulo

Cirurgia Plástica no verão

Cirurgia Plástica no verão

Cirurgia Plástica no verão

Na estação mais quente do ano, a procura pelo corpo perfeito aumenta. Afinal, encarar a praia de biquíni assusta algumas mulheres.

E a cirurgia plástica ainda é o caminho mais rápido para quem quer fazer as pazes com o espelho.

Porém, por causa do calor intenso, é preciso redobrar os cuidados no período de recuperação, para obter o melhor resultado possível.

Se a pessoa obedecer aos cuidados necessários, não tem problema algum. Mas atenção : cada cirurgia e procedimento exige um determinado tempo de recuperação e uma prudência na exposição solar.

A prótese de silicone é uma das cirurgias mais procuradas no período que antecede o verão. A recuperação varia de três a quatro semanas, sendo necessária a proteção cuidadosa contra incidência direta de luz solar. Ou seja, é necessário passar protetor solar e evitar a exposição nos horários de pico de sol. O banho de mar deve ser evitado por pelo menos 30 dias.

A lipoaspiração também é umas das queridinhas, afinal, o sonho de muitas mulheres é poder delinear o corpo. Esta intervenção pode ser realizada em qualquer estação. Nesse caso, a pessoa precisa lidar com o desconforto de usar a malha modeladora, indispensável na recuperação, que dura de três a quatro semanas.

Fonte : Jornal O Dia

Número de jovens que fazem cirurgia plástica aumenta no Brasil

Número de jovens que fazem cirurgia plástica aumenta no Brasil

Número de jovens que fazem cirurgia plástica aumenta no Brasil

O Brasil apresentou um crescimento de 55 % no número de intervenções estéticas em adolescentes nos últimos cinco anos.

A cirurgia plástica é inseperável aliada da vaidade há milênios.
Um papiro egípcio datado de 3500 a,C., hoje exposto em Leipzig, na Alemanha, é o mais antigo documento a reunir informações sobre a anatomia de homens e mulheres e o primeiro a recomendar intervenções estéticas no nariz e na boca como “receitas para transformar um velho em jovem”.

Hoje, o aprimoramento das técnicas de cirurgia e um conhecimento completo do corpo humano permitem a redução de marcas do tempo com resultados próximos do natural.

Mas o que dizer quando é o jovem, no auge do vigor físico, da musculatura rígida e pele firme, a expor o desejo de se submeter a correções estéticas ?

Trata-se de uma realidade cada vez mais comum nos consultórios brasileiros. Mensalmente, 3,400 adolescentes se submetem a uma cirurgia plástica para alterar algo que não lhes agrada.

De acordo com levantamento da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, feito com exclusividade para VEJA, houve um crescimento de 55 % no número dessas intervenções nos últimos cinco anos.

Atenção : não estão incluídos na conta os procedimentos realizados por razões de saúde.

São meninas e meninos com idade entre 13 e 18 anos que decidem mudar o “nariz de batatinha”, reduzir o “peito um pouco saliente” ou aumentar o “queixo pequeno demais”.

Não lhes interessa parecer mais velhos, e sim mais bonitos, evidentemente.

Eles não seguem o conselho do dramaturgo Nelson Rodrigues, que, em 1967, com a juventude a seu lado exalando hormônios, misturando sexo e política, levando ambos às ruas, lhe fez uma proposta irônica “Eu recomendo aos mais velhos : envelheçam depressa, deixem de ser jovens o mais depressa possível, isso é um azar, uma infelicidade. Eu já fui jovem também e não me reconheço no jovem que fui”, disse.

A bagunça hormonal e a gangorra emocional do tempo de espinhas que induziram Nelson Rodrigues à brilhante provocação são o mesmo alimento, a rigor, que agora leva os adolescentes a querer alterar a própria imagem na faca.

O que, afinal, tem levado as garotas, especialmente elas, a se submeter a recursos invasivos em razão de vontades puramente estéticas ?

Diz a psicanalista de adolescentes Ana Olmos, do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo “Alguns casos estão associados à urgência de adequar-se ao olhar dos amigos, ser aceito”.

De alguns anos pra cá, a necessidade de aceitação extrapolou o ambiente escolar ou doméstico. Os perfis em redes como Instagram e Facebook funcionam à perfeição como instrumento de exibição e aval de beleza – os adolescentes agora precisam de aprovação unânime, likes e mais likes no mundo virtual.

Há ainda uma característica comum para muitos deles : gostar de um ídolo e precisar ser igual a ele. No Brasil, entre as celebridades mais incensadas estão a cantora Rihanna e a atriz Megan Fox.

Nos Estados Unidos, país campeão em cirurgias estéticas (a cada mês, 5.300 adolescentes americanas se submetem a operações desse tipo). “As pacientes chegam à consulta com fotos de pessoas famosas, querendo ser parecidas com elas”, disse a VEJA o médico americano Thomas Romo, diretor de cirurgia plástica facial do hospital Lenox Hill, em Nova York.

A aparência de um ídolo é crucial, mas ai dele se mudar o comportamento. Há quatro anos, lembra Thomas Romo, a favorita entre as americanas era a duquesa de Cambridge, Kate Middleton. Seu delicado nariz era o primeiro no cardápio de desejos de cirurgia. Kate continua linda, Mas hoje, dois filhos depois, sua imagem familiar se tornou envelhecida para os jovens.

A inspiração agora é a modelo americana Kendall Jenner, de 20 anos, irmã da socialite Kim Kardashian. O nariz, a boca e a cinturinha são o novo sonho de consumo das meninas. No caso específico de Kendall, os adolescentes estão seguindo padrões criados no bisturi – a modelo modificou o formato do nariz e do queixo, deixando-os mais delicados.

A montanha-russa emocional acelerada na puberdade não é o único grande desafio enfrentado pelos cirurgiões plásticos no trato com seus pacientes. É preciso também, por exemplo, convencê-los de que nem sempre é a hora certa para fazer a cirurgia corretiva “O organismo do adolescente tem peculiaridades especiais”, diz Andrea Hercowitz, hebiatra do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
“Muitas vezes, o corpo já está preparado para sofrer uma intervenção estética, mas lhe falta maturidade para sofrer a mudança”. As mudanças estéticas em si não causam dano à saúde. No entanto, os procedimentos podem ser completamente destruídos ou alterados pelas mudanças naturais do organismo. Nessa fase da vida, o corpo passa pelo chamado “estirão”. É quando os ossos espicham, o órgãos ganham volume, a pele estica e a quantidade de massa muscular e gordura aumenta.
Por isso, os médicos recomendam que as intervenções sejam realizadas mais tarde.

Nas meninas, o ideal é esperar pelo menos dois anos depois da primeira menstruação.

Nos meninos, no mínimo dois anos depois do aparecimento dos pelos pubianos.

Se há insistência para abreviar as mudanças, um alerta aos pais : munam-se de paciência, conversem com seus filhos e com os médicos.

Um conselho para os pais, no avesso de Nelson Rodrigues “Rejuvenesçam para entender o que vai na cabeça da meninada, e o que vai, muitas vezes, pode ser a vontade de mudar a aparência, ainda que minimamente”.

Fonte : Revista Veja

 

Botox Day

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Tratamentos para rejuvenescer a pele

Tratamentos para rejuvenescer a pele

Tratamentos para rejuvenescer a pele

Homens e mulheres apostam em novas tecnologias aliadas a técnicas convencionais para rejuvenescer a pele do rosto em clínicas dermatológicas.

A promessa é que os resultados dessa combinação aumentem e prolonguem a eficácia desses tratamentos.

O desafio é bom senso e personalização do tratamento, afirma o dermatologista Paulo Barbosa, da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Os alvos são manchas escuras, flacidez de bochechas, cicatrizes de acne, entre outros.

O objetivo é tornar a pele mais firme e lisa, estimulando a produção de colágeno e clareando manchas. Essa é a proposta da técnica de radiofrequência com microagulhamento. A pele é espetada com microagulhas de aço cirúrgico ou titânio banhadas a ouro. O movimento estimula a produção de colágeno e, ao mesmo tempo, prepara a pele para receber a aplicação de um medicamento por cima das micro perfurações. A pele pode receber clareadores ou antioxidantes, por exemplo.

Outra novidade são os fios de sutura de ácido polilático : eles ficam sob a pele para promover o lifting (sustentação) facial.

Para aqueles que buscam algo menos invasivo para diminuir a flacidez facial, o ultrassom microfocado é uma nova alternativa, pois é um tratamento indolor e que não tem restrição da cor da pele da pessoa.

Para os médicos, o paciente que opta pelas técnicas de rejuvenescimento deve estabelecer uma rotina dedicada de cuidados, como utilizar filtro solar, para que os efeitos tenham maior duração.

Fonte : Folha de S.Paulo

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