Lifting facial

Lifting facial

Lifting facial

Lifting facial é a cirurgia plástica da face feita para rejuvenescer a pessoa. Ela elimina rugas. flacidez e remove o excesso de pele.

Promove um levantamento do rosto, amenizando consideravelmente os vincos e resgata e aprimorando os contornos faciais.

O lifting facial é realizado no terço médio da face para elevar e reposicionar o tecido e a musculatura.

É uma das cirurgias plásticas mais realizadas no Brasil.

Benefícios do laser CO2 fracionado para a pele

Benefícios do laser CO2 fracionado para a pele

Benefícios do laser CO2 fracionado para a pele

O objetivo do uso do laser CO2 é estimular a produção de colágeno e também fazer a retração da pele, causando esticamento e a melhora das rugas finas.

Porém, como seu alvo é a água, não há tanto risco que ele atinja a derme, se concentrando na epiderme (camada mais superficial da pele).

Na tecnologia do laser CO2 fracionado, o raio único é dividido em diversos microrraios, atingindo a pele mais profundamente e em regiões menores. Dessa forma, o laser CO2 fracionado deixa microáreas de pele intactas misturadas com áreas em que o laser atuou, causando menos agressão à pele e trazendo uma recuperação muito mais rápida.

O laser CO2 fracionado é indicado para pessoas que buscam rejuvenescimento da pele, remoção de cicatrizes em geral, remover a acne e remover estrias.

O laser CO2 fracionado é excelente para combater rugas, pois consegue atingir diversas superfícies da pele, nivelando sua estrutura. Além disso, ele estimula a produção de colágeno nas áreas em que agride a pele, dando a elas uma aparência mais jovem.

Toxina botulínica

Toxina botulínica

Toxina botulínica

Além de ser ótima aliada para amenizar rugas e preencher linhas do rosto, a toxina botulínica também ajuda no processo de cicatrização. Ela relaxa os músculos faciais tratados, já que a contração muscular gera a tração responsável pelo alargamento da cicatriz até a formação de quelóides.

Os melhores resultados são obtidos quando aplicado imediatamente após a cirurgia.

Em cicatrizes traumáticas – onde não foi dado pontos – os resultados são muito bons.

Nas cicatrizes antigas, inclusive quelóides, há uma melhora, mas são necessárias várias sessões de aplicação de toxina botulínica.

Fonte : Revista Plástica & Beleza

 

 

 

Estudo mostra que sedentarismo pode causar doença no fígado

Estudo mostra que sedentarismo pode causar doença no fígado

Estudo mostra que sedentarismo pode causar doença no fígado

Estudo feito pelo coreano Seungho Ryu, do Kangbuk Samsung Hospital, na Coréia do Sul, divulgado recentemente, constata que ficar longos períodos sentado e praticar pouca atividade física aumentam o risco de depósito de gordura no fígado em pessoas que bebem pouca ou nenhuma bebida alcoólica. A doença pode causar inflamações no órgão e, em casos mais graves, provocar sua falência.

A análise precisa do estudioso inglês Michael Trenell, professor de Medicina do Estilo de Vida da Universidade Newcastle, no Reino Unido, deu maior visibilidade à constatação científica hoje indiscutível do preço que o sedentarismo cobra do corpo humano. Ele é alto demais. Um crescente número de pesquisas já comprovava sua associação ao surgimento de doenças como diabetes, obesidade e cardiovasculares. No Brasil, por exemplo, estima-se que 300 mil pessoas morram por ano em decorrência do infarto, problema em cuja origem estão a ausência ou a pouca atividade física.

Agora, as investigações dão mostras de que os prejuízos são mais extensos. A pesquisa coreana deixa isso claro ao apontar a relação do sedentarismo com os danos ao fígado. É uma das primeiras a expor a associação. Torna-se mais evidente também como não fazer exercícios impacta negativamente o funcionamento cerebral, especialmente memória e cognição. Pesquisadores do Instituto Beckman para Ciência Avançada e Tecnologia, nos Estados Unidos, por exemplo, acabam de publicar artigo no qual afirmam que idosos mais ativos têm melhor performance cerebral em comparação aos sedentários.

Simultaneamente a essas informações, a ciência começa a oferecer dados revelando que mesmo níveis modestos de prática física promovem benefícios. Uma pesquisa do Hospital de Saint-Etienne-Lyon, na França, mostrou que o risco de morte é reduzido a mais da metade em idosos que se exercitam 150 minutos por semana ou até um pouco menos do que isso. O trabalho acompanhou por treze anos a evolução da saúde de mil pessoas com mais de 65 anos à época do início do trabalho, em 2001.

Também é consenso o fato de que fazer atividade física de forma esporádica – como o famoso futebol de fim de semana – pode ser bem prejudicial. “Doenças que já existem podem ser exacerbadas”, explica o médico Ricardo Munir Nahas, especialista em Medicina do Esporte e Diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. Um dos problemas é que o coração pode não conseguir responder ao esforço demandado durante a atividade. O órgão não recebe a oxigenação necessária, correndo o risco de entrar em colapso.
Várias iniciativas estão sendo realizadas pelo mundo para aumentar os níveis de atividade física da população. “É preciso implantar a cultura do exercício físico e dar condições para que possam ser praticados”, afirma o médico Victor Matsudo, diretor do Centro de Estudo do Laboratório de Aptidão Física, em São Caetano do Sul (SP), e consultor da Organização Mundial de Saúde neste campo. Uma frente interessante é a expansão do número de especialistas em medicina do esporte, o que torna mais amplos e qualificados o atendimento a pacientes e a difusão de conhecimento. Hoje, há 1,2 mil especialistas no Brasil, e a Sociedade de Medicina do Exercício pretende expandir o número de centros de residência médica na área. Entre os resultados das ações em favor dos exercícios, espera-se a redução da obesidade. No Brasil, mais da metade dos adultos está com excesso de peso. Há nove anos, eram 43% os brasileiros nesta categoria.

Fonte : Isto É

 

Sociedade Brasileira de Dermatologia do Rio de Janeiro faz campanha contra câncer de pele

Sociedade Brasileira de Dermatologia do Rio de Janeiro faz campanha contra câncer de pele

Sociedade Brasileira de Dermatologia do Rio de Janeiro faz campanha contra câncer de pele

No Dia Nacional de Combate ao Câncer da Pele, no próximo sábado, a Sociedade Brasileira de Dermatologia do Rio de Janeiro (SBD-RJ) oferecerá atendimentos gratuitos para análise e diagnóstico de casos suspeitos da doença. As consultas serão realizadas em nove hospitais da cidade do Rio de Janeiro, das 9h às 15h.

Quem tiver o problema detectado receberá encaminhamento para tratamento ou, dependendo da situação, já passará, na hora, pela primeira etapa da terapia.

Pessoas com lesões cutâneas que não cicatrizam ou que tenham notado qualquer mudança abrupta em uma pinta devem procurar atendimento.

Para que um sinal seja suspeito, é preciso que ele tenha assimetria, bordas irregulares, múltiplas cores e alterações de diâmetro e de aparência. Coceira e sangramento são outros sinais de alerta.

— Quando se consegue identificar e tratar precocemente o câncer de pele, os índices de cura são superiores a 95% — afirma o dermatologista Flávio Luz, presidente da SBD-RJ. — Por isso, além da avaliação médica, é essencial que o paciente mantenha o hábito de se autoexaminar.

Pele clara, histórico do problema na família e exposição ao sol por longos períodos sem proteção são os principais fatores de risco.

Dados da campanha do Dia Nacional de Combate ao Câncer da Pele realizada no ano passado revelaram que 63,23% dos cariocas não usam protetor solar, e 52,48% estão suscetíveis à doença.

Dúvidas sobre a campanha podem ser esclarecidas pelo telefone 0800-701-3187.

Fonte : Jornal Extra

 

 

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