Uso contínuo do smartphone requer cuidado com postura

Uso contínuo do smartphone requer cuidado com postura

Uso contínuo do smartphone requer cuidado com postura

Ao fim do dia, quanto tempo você passou com o smartphone nas mãos ?

Embora ninguém faça a contagem desse tempo, o corpo sente os efeitos do uso prolongado do celular, smartphone ou iPhone.

Para visualizar a tela, é comum a adoção de posturas inadequadas, em que a cabeça fica projetada para frente.

Em longo prazo, a posição, que gera tensão na musculatura do pescoço, pode desencadear uma série de problemas de saúde — até mesmo respiratórios — caracterizando o que especialistas batizaram de “síndrome do pescoço de texto”.

O ato de projetar a cabeça para frente faz com que essa parte do corpo pareça mais pesada, devido à ação da gravidade. Com isso, músculos do pescoço e da coluna precisam se esforçar mais para sustentá-la, o que leva a doenças. Com esse esforço, ocorre a retificação da curvatura natural da coluna cervical, ou seja, o pescoço fica reto. Isso leva a dor no local, que pode irradiar para os braços e para as mãos, a desgastes que aceleram a artrose e a cefaleias, pela compressão de terminações nervosas.

O problema pode até mesmo alterar a posição de estruturas respiratórias localizadas no pescoço, como a traqueia, e impedir a respiração adequada.

Outros riscos são o de alterações no estômago e no intestino, já que o esôfago também passa pelo pescoço, e o de disfunções visuais, já que os músculos oculares precisam fazer mais força para se adaptar à nova posição da cabeça. O pescoço conecta a cabeça ao resto do corpo. Até a irrigação do cérebro pode ficar comprometida.

Pessoas que sofrem de enxaqueca e labirintite também podem ter agravamento do quadro devido ao uso prolongado do smartphone sem atenção à postura.

A melhor forma de prevenir problemas é praticar atividade física regularmente, para melhorar o condicionamento e a resistência do corpo. Fazer exercícios três vezes por semana, com foco no fortalecimento da musculatura do tronco e no alongamento, é o ideal.

A sensação contínua de desconforto é um sinal de que a síndrome do pescoço de texto pode estar instalada. O tratamento é feito com medicamentos para melhora do quadro inflamatório e fisioterapia para reeducação postural.

Fonte : Jornal Extra

 

Calça justa demais causa doença nas pernas e nos pés

Calça justa demais causa doença nas pernas e nos pés

Calça justa demais causa doença nas pernas e nos pés

Uma das principais preferências na moda feminina, a calça ‘skinny’ (justíssima) pode danificar as fibras nervosas das pernas e dos pés, caso esteja muito apertada.

Este transtorno ocorreu com uma australiana de 35 anos, segundo estudo publicado na revista ‘Journal of Neurology, Neurosurgery & Psychiatry’.

A mulher ficou dias sem conseguir andar, após sofrer de ‘síndrome compartimental’. A patologia danifica um dos nervos que passam pela região da tíbia (osso da perna).

Antes de se sentir mal, ela estava usando a calça e havia ficado agachada durante horas para ajudar um parente numa mudança.

Depois de um tempo, a australiana sentiu a roupa cada vez mais apertada e desconfortável.

À noite, com o pé dormente, ela teve dificuldades de andar e caiu na rua, sem conseguir levantar sozinha.

Ao chegar no hospital, os médicos precisaram cortar o jeans da calça, para aliviar os tornozelos, que estavam muito inchados.

Os especialistas detectaram uma fraqueza dos tornozelos e nos movimentos dos dedos dos pés. Após o diagnóstico, a paciente precisou fazer uma terapia de gotejamento intravenoso e só voltou a andar novamente depois de quatro dias internada.

Além da dormência, outro sintoma da doença é a intensa dor na área afetada,afirma o neurologista André Lima.

O médico explica que, por estar apertada, a calça comprimiu os nervos e prejudicou a circulação sanguínea. “Este problema foi intensificado por ela ter ficado tantas horas abaixada, na mesma posição”, ressalta.

Segundo o angiologista Ricardo Brizzi, o ideal é que as pessoas coloquem roupas confortáveis para evitar outros transtornos de saúde, como trombose. “Sei que as mulheres gostam dessa calça, então optem por utilizar o número correto, para evitar que aperte ainda mais a perna”, acrescenta.

“Caso sintam as pernas doendo e inchadas, é preciso movimentá-las e massageá-las, para ajudar na circulação”, sugere o especialista.

Fonte : O Dia

Dieta que usa informações do DNA da pessoa ganha espaço no Brasil e no mundo

Dieta que usa informações do DNA da pessoa ganha espaço no Brasil e no mundo

Dieta que usa informações do DNA da pessoa ganha espaço no Brasil e no mundo

Uma nova estratégia para perder peso – baseada nas informações contidas no material genético de cada um – está ganhando espaço no Brasil e no mundo.

Batizada de dieta do DNA, o método se propõe a ajudar decisivamente no emagrecimento a partir da premissa de que os organismos são únicos e têm sua própria forma de funcionar.

Portanto, é preciso que os cardápios sejam desenhados conforme as peculiaridades e necessidades de cada pessoa. Desta forma, informações que dão conta, por exemplo, de como o corpo do indivíduo ­reage à ingestão de um pedaço de carne vermelha, de uma determinada fruta ou de um prato de macarrão poderiam fazer toda a diferença quando se quer emagrecer.

O primeiro passo da dieta é descobrir o perfil genético da pessoa em relação à alimentação.

Isto é feito por meio de exames que detectam variações no DNA associadas à maneira como o corpo reage aos alimentos.

Há várias versões da dieta. Em linhas gerais, eles fornecem informações sobre a velocidade do metabolismo, a tendência a acumular gorduras e se há deficiência na absorção de proteínas e carboidratos, por exemplo. Algumas também oferecem a possibilidade de serem levantados dados sobre as respostas do corpo aos exercícios. Aqui, são fornecidas informações mostrando se o organismo se beneficia mais do exercício aeróbico ou de força, por exemplo. Os testes são indicados para quem busca uma vida saudável, se interessa pela própria saúde e quer viver bem.

A partir da análise genética, é possível determinar qual tipo de alimento pode ser mais recomendado, estabelecendo a dieta adequada para cada um.

A nutricionista Patrícia Davidson, do Rio de Janeiro, por exemplo, costuma indicar esse tipo de dieta. “Recomendo para quem quer cuidar da saúde de forma geral, para quem busca melhorar a performance na atividade física e à pessoas com dificuldade no emagrecimento ou mesmo aquelas que querem manter o peso, aperfeiçoando e equilibrando a nutrição”, explica.

A aposta no novo método de emagrecimento é tão grande que, na Inglaterra, foi iniciada recentemente uma experiência pioneira no mundo. O Enable East – comitê formado por estudiosos de saúde pública que dá suporte às ações do NHS, a rede de atendimento daquele país – selecionou 56 pessoas que lutam há anos contra o excesso de peso. Todos estão sendo submetidos aos testes genéticos para que seja possível criar para eles uma dieta mais personalizada. Nenhum toma remédio para emagrecer. Eles serão acompanhados por seis meses após o início do regime alimentar desenvolvido com base em seu DNA. “Nossa esperança é a de que eles terminem o programa mais bem informados a respeito dos fatores que afetam seu peso e, a partir disso, tomem decisões mais fundamentadas na hora de escolher o que comer”, disse à ISTOÉ Julie Constable, coordenadora do projeto.

O teste ao qual eles estão sendo submetidos é o DNA Fit, da empresa DNAFit Limited. Ele analisa 45 variações genéticas relacionados à capacidade do corpo de reagir aos alimentos e ao treino físico. Entre outras informações, dá respostas a respeito da sensibilidade ao carboidrato e à gordura saturada (presente em queijos, sorvete e maionese, entre outros alimentos) e se há intolerância ao glúten e à lactose.

Toda a Inglaterra está de olho na experiência. Se os resultados forem muito bons, há a possibilidade de o método passar a ser oferecido no sistema público de saúde inglês. “Certamente há muito interesse nos resultados desta iniciativa tanto por parte da Inglaterra quanto de outros países”, afirmou à ISTOÉ David Prescott, diretor da empresa que fabrica o exame genético.

Usar as informações gravadas no código genético para montar uma dieta parece ser uma escolha lógica. Se o corpo metaboliza mais devagar o carboidrato, a chance de acúmulo de peso é maior. Portanto, no cardápio a ser formulado, reduz-se a ingestão deste nutriente. Mas se é a intolerância ao glúten que está promovendo uma retenção de líquidos, originando um peso mais elevado, deve-se evitar o ingrediente dali por diante.

Além disso, o peso da genética para a obesidade é algo fundamentado pela ciência. Desde 2001, quando foram divulgados os primeiros resultados do Projeto Genoma – sua proposta é a de decodificar todo o genoma humano -, grupos de cientistas ao redor do mundo começaram a usar as informações derivadas da iniciativa para entender melhor a relação dos genes com a obesidade.

Hoje, sabe-se que nos genes estão guardadas instruções para determinar desde o que o corpo vai aproveitar melhor até se uma pessoa terá mais fome do que a outra. No início do ano, o maior estudo feito sobre o assunto até agora identificou mais de 140 pontos ao longo do genoma associados a várias características do excesso de peso. Foram localizados, inclusive, genes relacionados aos locais onde a gordura vai se acumular e à regulação do apetite. “Nosso trabalho mostrou claramente que a predisposição à obesidade não é resultado de um único gene”, disse Cecília Lindgren, coordenadora do trabalho e professora da Universidade de Oxford, na Inglaterra.

Sobre a eficácia das dietas baseadas nos testes genéticos hoje disponíveis, porém, a ciência ainda não tem uma resposta definitiva. Há trabalhos que apontam em direção promissora, como o do italiano Nicola Pirastu, da Universidade de Trieste, na Itália. Ele aferiu a resposta de 191 obesos submetidos a um teste que examinou 21 genes envolvidos em funções que iam da velocidade do metabolismo à reação à ingestão de açúcar e de lipídios. Cada um dos participantes teve uma dieta desenhada especialmente segundo suas características. Seu peso foi monitorado por dois anos e comparado a um grupo controle, que fez uma dieta comum de restrição calórica. No final, os que fizeram o perfil genético perderam 33% a mais de peso do que os integrantes do grupo controle. Eles também ganharam mais músculos: cerca de 6% mais massa magra do que os demais voluntários.

Outro, que também indica um potencial animador, foi coordenado pelo pesquisador Ahmed El-Sohemy, professor do Departamento de Ciências da Nutrição da Universidade de Toronto, no Canadá. Ele acompanhou durante um ano a evolução de 138 pessoas, parte delas submetida a testes genéticos. Particularmente, foi avaliado de que forma o organismo reagia ao consumo de cafeína, sódio, vitamina C e açúcar. “Constatamos que as pessoas que foram informadas a respeito de quais seriam suas reações à ingestão dos ingredientes modificaram sua dieta”, informou à ISTOÉ o professor Ahmed El-Sohemy . “Por exemplo, aqueles que ficaram sabendo que carregavam genes associados à ingestão de sódio e maior risco para hipertensão arterial reduziram a ingestão de sódio”, disse.

Porém, uma das principais críticas ao uso dos testes genéticos para a formulação de um regime alimentar neste momento é o fato de as evidências científicas a seu favor ainda não serem embasadas por um número significativo de estudos. “Até agora, as informações sobre o DNA não são claras o suficiente para fazer comentários fundamentados”, disse à ISTOÉ o pesquisador Christopher Gardner, da Universidade de Stanford (EUA). Ele é um dos mais respeitados estudiosos do impacto dos nutrientes na saúde humana.]

No Brasil, o médico geneticista Ciro Martinhago, de São Paulo, também adota cautela em relação ao assunto. “Não tenho dúvidas de que existe uma predisposição genética para a obesidade, mas estamos no começo. Ainda há muito o que se descobrir sobre os genes envolvidos no acúmulo e na perda de peso”, afirma. Na opinião da endocrinologista Maria Edna de Melo, diretora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade, há outras ressalvas importantes. “Não há dados de longo prazo de indivíduos que modificaram a dieta em decorrência do teste e tiveram benefício após quatro, cinco, dez anos. Além disso, estudos realizados em determinada população não podem ser aplicados a outras, pois as características genéticas são diferentes e os resultados podem também ser distintos.”

Outro ponto colocado por alguns especialistas diz respeito à complexidade da obesidade. “Não é possível definir uma dieta com base apenas na análise do DNA”, diz a endocrinologista Isabela Bussade, do Rio de Janeiro. “A obesidade é uma doença multifatorial”, afirma. Segundo a médica, menos de 1% dos casos são definidos por apenas uma mutação genética. “A grande maioria dos obesos tem uma associação de várias mutações, combinada a fatores externos ambientais”, diz.

Por isso, na opinião da especialista, os exames genéticos podem ser úteis, mas nunca como os definidores do tratamento, de forma isolada. “A diretriz do tratamento deve ser estabelecida considerando-se o histórico de obesidade do paciente (números de tentativas prévias de emagrecimento, número de fármacos usados e história familiar de obesidade, entre outros fatores), se tem doenças associadas à obesidade e a presença ou não de transtornos alimentares”, explica. “Se todos estes fatores já tiverem sido considerados, o teste genético pode ser aplicado”, afirma.

O pesquisador italiano Nicola Pirastu acredita, entretanto, que é uma questão de tempo para que os testes e a dieta do DNA modifiquem a forma como se trata a obesidade. “Isso acontecerá no futuro, quando tivermos mais informações. Quando falamos de excesso de peso, falamos sobre um sintoma de algo que não estamos verdadeiramente tratando. Com as dietas, estamos tratando algo sem conhecer sua causa. Para um paciente pode ser um problema de fome, ele não consegue parar de comer. Outro pode ser “dependente” de açúcar e de gordura”, disse à ISTOÉ. “No entanto, eles são tratados do mesmo jeito: restrição calórica e alimentação saudável. Mas precisam ser cuidados de forma diferente. E os testes ajudarão nisso, a conhecer melhor cada paciente.”

Fonte : Isto É

 

Botox ajuda no tratamento de enxaqueca e suor excessivo

Botox ajuda no tratamento de enxaqueca e suor excessivo

Botox ajuda no tratamento de enxaqueca e suor excessivo

A maioria das pessoas que procura tratamentos com botox busca acabar com as temidas linhas de expressão no rosto.

Primeiro, a região é marcada e anestesiada. Depois, o produto é aplicado no local.

A toxina botulínica também pode ajudar no tratamento de problemas como enxaqueca e até mesmo a hiperidrose (suor excessivo).

Fonte : Fala Brasil – Record – Reportagem : Amanda Silva

Tratamentos ajudam a suavizar rugas e marcas de expressão no rosto

Tratamentos ajudam a suavizar rugas e marcas de expressão no rosto

Tratamentos ajudam a suavizar rugas e marcas de expressão no rosto

As marcas de expressão dizem muito sobre nós. Com o passar dos anos, a aparência muda e as rugas surgem.

Mas existem formas de suavizar essas marcas. Para a ruga de expressão, o melhor tratamento é a toxina botulínica, que atua na função muscular.

Já para tratar manchas na pele, é fundamental associar o uso do filtro solar com alguns cremes. O laser é outra opção de tratamento.

Dermatologistas dizem que o ideal é cuidar desde cedo do rosto para que os sinais do envelhecimento demorem mais a aparecer. E dão a dica sobre o melhor antirruga do mundo : o filtro solar. Ele previne manchas e rugas.

Fonte : Bem Estar

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